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Agradecimentos

As primeiras versões desta História do Pequeno Reino surgiram quando eu trabalhava junto ao Projeto Araucária, da Universidade Federal do Paraná, que foi um programa de apoio à Educação Infantil financiado, de 1989 a 1994, pela Fundação Bernard van Leer, da Holanda.

A área de atuação do Projeto Araucária chegou a englobar mais de 250 creches e 70 salas de pré escola, atendendo quase 30 mil crianças em dezenove municípios do Paraná e um de Santa Catarina.

Esta proposta é dedicada com imenso carinho a todas as pessoas que se envolveram com o trabalho do Projeto Araucária, nessas cidades, e muito especialmente às educadoras pouco qualificadas, que chamamos de “leigas”, que nossa legislação vem progressivamente excluindo de nossas instituições de Educação Infantil.

Agradecimentos a todas as pedagogas, assistentes sociais, diretoras, educadoras e funcionárias das redes de creches de Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Araucária, Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Colombo, Curitiba, Itaperuçu, Lapa, Piraquara, Quatro Barras, Quitandinha, Rio Branco do Sul, Rio Negro, São José dos Pinhais, Três Barras e Tijucas do Sul.

Agradecimentos muito especiais a quatro pessoas sem as quais jamais teriam surgido as primeiras versões desta proposta: Rosa Elisa Perrone de Souza, pela confiança, pela eficiência em comandar o Projeto Araucária, pelo bom senso, enfim, por ser uma “chefe” dos sonhos; Fani Lerner – que infelizmente nos deixou em 2009 - que, à frente da Secretaria Municipal da Criança de Curitiba, abriu as portas de toda a rede de creches da cidade para um trabalho integrado com a Universidade Federal do Paraná; Elisa Maria DallaBona, que foi quem me trouxe para o Projeto Araucária, por ser praticamente co-autora deste trabalho, pela amizade, pela dedicação quase insuportável ao trabalho, enfim, pela parceria; Sonia Kramer que, como consultora do Projeto Araucária, sugeriu, no final dos anos 1980, a elaboração de uma proposta pedagógica completa, “de cabo a rabo”, e confiou em nossa capacidade de produzi-la.

Ao longo de 5 anos, as discussões com as “meninas do Projeto Araucária” foram a maior fonte de informações para reformular e aperfeiçoar essa proposta, o ambiente dialógico onde se desenvolveram boa parte das ideias mostradas aqui. Agradecimentos carinhosos a Claraidalia Stechman, Claudinez Bueno, Ellen Goulart, Francisca Valéria dos Santos, Luciana Bunick, Maria Elisabeth Scheidt Caprilhone, Maria de Fátima Castro, Rita de Cássia Cersózimo, Siloá Kalo Bengate, Vera Grande Dalmolin, Vera Libretti Pereira, Zenaide Roseli Orzechowicz.
   
Agradecimentos especiais também aos membros das equipes técnicas da hoje extinta Secretaria Municipal da Criança de Curitiba, representadas aqui por Ana Cristina M. Baggio, Elidete Z. Hoffius, Ida Regina M. de Mendonça, Léa M. Cardoso da Silva, Márcia Mazzaroto, Maria Cristina Brandalize, Rosa Giovanini, Zanete Pasquina Buzzi. Com certeza pessoas importantes estão sendo esquecidas nessa pequena lista.
   
Um agradecimento especial a Maria de Fátima Barth Castro e a todas as queridas funcionárias da creche municipal O Pequeno Reino, inaugurada em 2003 no distrito do Socavão, em Castro.

Nos “anos de chumbo” que se seguiram ao encerramento prematuro das atividades do Projeto Araucária em 1994, a ajuda de algumas pessoas, que elogiaram e/ou cobraram o encerramento do trabalho, foi absolutamente fundamental. Agradecimentos especiais a: Simone Stival, por continuar utilizando e testando os novos materiais (especialmente nas creches da rede municipal da cidade de Castro); Luciane Lunedo (parceira, quase co-autora dos capítulos envolvendo alfabetização); Lorena Hofmann (da rede de creches da cidade de Campo Largo), pela imensa sensibilidade pedagógica; Soraya R. Olenica (da creche “Tia Chiquita”, Curitiba), por experimentar inúmeras ideias, em 1996, e pelas cartas que recebi de suas crianças; Rôsangela Odete de Souza (Creche “Pimpão”, Curitiba), por mais de uma década de um trabalho maravilhoso e exemplar; Denise Grein Santos, por ter assegurado uma pequena “sobrevida” ao Projeto Araucária); Vera Miraglia (Escola Anjo da Guarda, Curitiba), por décadas de exemplos e pelos conselhos, poucos e sábios; Daniel Vieira da Silva, pelo maravilhoso trabalho com as ideias de André Lapierre; Monica Rischbieter (irmã), por insistir na continuidade do trabalho e pelo apoio no momento mais difícil; Karlos Rischbieter (pai), pelo apoio, pelos livros, pela amizade e pelos inúmeros exemplos de que é possível começar um trabalho e levá-lo até o fim.

Muito obrigado ao amigo Franklin Agostinho, pelo talento e por desenhar a proposta de forma tão precisa e sensível.

Enormes agradecimentos a Maurício Vieira, o Xixo (e pra Vanessa Múrio), pelo trabalho de design, pelos palpites sábios e pelas ideias inteligentes que redundaram nesta versão “híbrida” e mais acessível da História do Pequeno Reino.

Pelo trabalho de editoração e pelo acabamento da primeira versão do livro, agradecimentos a Ivan Piccolo Rodrigues.
   
Pela quase publicação de uma segunda versão, agradecimentos a Christiane Atta, Mirta Vrubel, Olenca F. Braga, Orlando F. Braga Filho e Tânia M. F. Braga Garcia. Agradecimentos a Durval Machado Tavares, sem o qual nunca teríamos tido uma primeira edição do livro (Editora Nova Didática, 2000), e a Regina Shudo e Giem Guimarães, que viabilizaram a segunda edição (Editora Positivo, 2005), reformatada após um excelente trabalho de editoria gráfica de uma equipe encabeçada à época por Liana Pérola.

Muito obrigado a Fabiana Regina Machado, pela parceria na busca de um “currículo do caos” e de uma pedagogia mais sensata e livre.

Essa lista poderia – e deveria - ser enriquecida com vários outros nomes de pessoas que, especialmente dentro de creches e escolas, mostraram a utilidade desse trabalho. Um obrigado injustamente anônimo a todas e todos que se reconhecerem aqui.

Finalmente, obrigado a todos que acreditam que crianças gostam de interagir e de brincar, que a educação deve apoiar-se nessas tendências, em vez de combatê-las, e que um bom país é um lugar em que todas as crianças podem brincar.




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A História do Pequeno Reino